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8 MOTIVOS PARA SE TRABALHAR NUM COWORKING+

8 MOTIVOS PARA SE TRABALHAR NUM COWORKING

12/06/2018 | SumForces
noticias

Curitiba é uma das cidades referência em empreendedorismo impulsionado em espaços de coworkings.

Curitiba é uma das cidades referência em empreendedorismo impulsionado em espaços de coworkings. Uma gama tão variada em termos de atividades quanto no porte de pequenos empreendimentos está em franca expansão em estruturas de coworkings, desde 2011, em Curitiba. Confira algumas atividades comerciais que estão prosperando em ambientes de coworkings curitibanos, conforme pesquisa realizada com quatro proprietários de espaços de trabalho compartilhados: palestras e cursos, lançamentos de produtos, encontros setoriais, bazares de moda e beleza, prestadores de serviços de marketing e conteúdo, arquitetos, advogados, nutricionistas, coachings, consultores, profissionais de beleza, saúde e bem-estar, profissionais de economia criativa, arte e gastronomia, blogueiros, influenciadores digitais, startups, representantes comerciais. Conheça 8 razões para trabalhar em espaços compartilhados, segundo coworkers de carteirinha curitibanos. - Trabalho em ambiente de economia compartilhada favorece a criação de conexões com a comunidade de empreendedores, profissionais liberais e startups. Essa convivência incentiva à inovação, novos formatos de vendas e entregas de produtos e serviços. - Suporte para empreendedores para aceleração do crescimento de pequenas empresas. Os coworkings oferecem estrutura completa, com salas adaptadas para trabalho em espaços compartilhados e salas de reuniões, internet de alta velocidade.Estruturas que podem ser contratas em planos mensais ou sob demanda. Os planos incluem serviço de recepcionista, recebimento de correspondência e endereço comercial para uso nas redes sociais e papelaria da empresa. - Rápido início das atividades empresariais. Escolhido o coworking que mais tem o DNA do seu negócio, é fazer contrato e no dia seguinte é possível iniciar às atividades de um novo negócio, fazer reuniões com fornecedores e clientes. - Ampliação de networking. Alternativa para profissionais que trabalham em home office ou estão investindo em um Plano B na carreira. - Estrutura para profissionais liberais e independentes atenderem aos clientes.Os coworkings são adaptados às necessidades diversas, contanto com sala de reuniões e até salas para atendimento de psicólogos, coachings e advogados. - Oportunidades de negócios dentro da própria comunidade do coworking. A convivência com vários empreendedores é o fomento natural para a geração de negócios e parcerias. - Educação empreendedora informal nos coworkings. Proximidade com comunidade empreendedora que produz eventos e conhecimento para aplicação imediata na rotina de um pequeno negócio, melhorando a gestão do pequeno negócio ou suporte para transição de carreira formal para a construção de uma nova carreira, na prestação de serviços de forma independente. - Estrutura de escritório moderno, a um excelente custo-benefício, com a possibilidade de contratar conforme a demanda do estágio do negócio. É possível alugar salas de atendimento a partir de R$20 e uso de uma posição de trabalho a partir de R$130 (um dia por semana, meio período). Valores pesquisados no Curitiba Coworking. Curitiba Coworking abre as portas para comunidade empreendedora curitibana, dia 28/4 Para incentivar o empreendedorismo e abrir as portas para que novos empreendedores e interessados em construir uma nova carreira, o Curitiba Coworking, realizará a segunda edição Dia Livre do Curitiba Coworking , na próxima sexta-feira, dia 28/4, das 9h às 18h. As inscrições são gratuitas, com opções de escolha de vaga para uso no período da manhã, das 9h às 12h, ou à tarde, das 14h às 18h. A inscrição é gratuita, mas as vagas limitadas a 24 pessoas. Inscrições pelo link no Simpla. Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/economia-criativa-aquecida-8-razoes-para-trabalhar-em-espacos-compartilhados,5d40f68de89676d04d29296b5b9f4e6cdg0pri1o.html

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COWORKINGS SÃO DE FATO A NOVA TENDÊNCIA NO BRASIL E FOMENTAM A INOVAÇÃO+

COWORKINGS SÃO DE FATO A NOVA TENDÊNCIA NO BRASIL E FOMENTAM A INOVAÇÃO

12/06/2018 | SumForces
noticias

Os espaços de coworking cresceram mais de 50% somente no último ano e mostram que são ambientes favoráveis a projetos inovadores

Espaços de trabalho compartilhados estão em acelerado crescimento no Brasil. Mesmo sendo uma atividade relativamente nova no país – com menos de 10 anos –, os chamados coworkings já são quase 400, com mais de 10 mil posições de trabalho. Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul estão logo atrás do estado de São Paulo no ranking de estados com mais espaços compartilhados, ampliando as cidades com esse tipo de serviço. Em 2016, foi registrado um crescimento de coworkings de 52% em relação ao ano anterior, segundo o Censo Coworking Brasil. Esses números revelam que os empreendedores brasileiros buscam um local agradável e de troca de experiências para desenvolverem seus projetos, além, é claro, da economia que esses espaços proporcionam. A propósito, a redução de custos é realmente expressiva. As empresas que se dispõem a ter espaços próprios, calculando gastos com aluguel, condomínio, energia, telefonia, internet, mobília, materiais de consumo, entre outras despesas, chegam a um valor até 40% maior, comparado ao valor gasto com espaço de coworking. Além disso, o espaço compartilhado mostra-se o modelo ideal para empreendedores que não querem se preocupar em administrar um escritório próprio, o que demanda tempo, interesse e algum talento. A ideia é focar apenas em atuar no seu negócio, sem precisar se dedicar a detalhes administrativos. A vantagem da economia é evidente, mas há outros benefícios que podem trazer ganhos imensuráveis para as empresas que optam por dividir espaço com outras organizações. Estando ao lado de startups de outros segmentos, a empresa desenvolve um networking de maneira orgânica, conhecendo profissionais e soluções que abrem possibilidades para novos projetos. Torna-se comum a colaboração mútua entre empresas que trabalham juntas em um espaço de coworking. O ambiente é propício à inovação A inovação é um resultado natural de espaços de coworking. Afinal, empresas que geralmente não trabalhariam juntas em uma mesma estrutura têm a oportunidade de cooperarem em projetos coletivos. A própria arquitetura funciona como incentivo às trocas. Os espaços de coworking normalmente são amplos, com grandes áreas de circulação, mesas compridas sem divisórias, copa bem equipada e lounge confortável. Tudo isso contribui para que conversas sejam ouvidas e, eventualmente, interrompidas por alguma ideia. E o que é interessante: nem sempre vinda de alguém da mesma empresa. O espaço físico em comum proporciona esses momentos, onde as empresas se fundem e criam juntas. Certas de que o ambiente de coworking estimula a inovação, grandes empresas passam a buscar esses espaços, já que enxergam a necessidade de inovar em seus negócios, porém não encontram oportunidades dentro de sua estrutura própria. De acordo com Sílvio Kotujansky, vice-presidente de mercado da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), essa é uma tendência que deve ser aproveitada. Os escritórios compartilhados funcionam como um laboratório de inovação aberta, em que empresas tradicionais têm a chance de “beber da fonte” de startups e, assim, também desenvolverem inovação. Além de um ambiente físico que proporciona oportunidades de negócios, os coworkings promovem encontros e ações programadas, diferenciando os escritórios que prosperam e ganham cada vez mais adeptos daqueles que tiveram que fechar as portas pouco depois de serem abertos. O diferencial está na oferta de conhecimento e na promoção de eventos que facilitem o networking. É normal que empreendedores acostumados ao modelo tradicional estranhem esse excesso de liberdade, muito diferente dos prédios cheios de salas divididas por paredes. Em um primeiro momento, eles precisam se habituar ao ambiente de coworking, onde apenas algumas reuniões são feitas em sala fechada. A maioria das situações acontece ali mesmo, em um ambiente aberto. Por isso a necessidade de eventos que aproximem os profissionais e promova o entendimento do grau de intimidade com cada um. O Censo Coworking Brasil 2016 mostrou que 92,9% dos espaços de coworking estão promovendo essas oportunidades de interação: 23,1% dos entrevistados organizam eventos mensais e 20,3%, eventos semanais. Alternativa ao modelo tradicional Mais do que um espaço que proporciona redução de custos e inovação, o coworking é ainda uma alternativa para empreendedores que desejam fugir ao modelo tradicional. O Censo Coworking Brasil 2016 mostrou que cerca de 30% dos espaços compartilhados no Brasil funcionam 24 horas por dia. Outro estudo, realizado pela Movebla, identificou que 59% dos profissionais preferem o acesso à sua mesa de trabalho em horário integral e, não apenas comercial. Isso revela que os profissionais estão buscando flexibilidade no horário de trabalho. Os coworkers querem inovar além dos negócios, mas também no modelo de trabalho, não exigindo horários fixos para entrada e saída dos colaboradores. No caso dos profissionais que trabalham remotamente ou que são microempreendedores, o coworking é uma alternativa ao home office. Diferente dos europeus, por exemplo, os coworkers brasileiros não possuem o hábito de frequentar cafés e bibliotecas para trabalhar, preferindo o escritório em casa. No entanto, trabalhar no ambiente residencial nem sempre é uma opção interessante, do ponto de vista tanto de produtividade quanto de atendimento ao cliente. Se a casa não é um ambiente silencioso e o profissional precisa dividir a atenção com tarefas domiciliares, o trabalho fica comprometido. E, ainda, há o problema de receber clientes em casa, o que nem sempre é bem avaliado por eles. O coworking é, então, visto como uma solução para tornar mais formal esse modelo de trabalho. Segundo o estudo da Movebla, 58% dos entrevistados começaram no coworking a partir do home office. O perfil dos coworkers é variado, apesar de a maioria ser empreendedor ou profissional liberal. Startups, grupos de trabalho fixos e pequenas incubadoras também são comuns nos espaços de coworking brasileiros. São jovens profissionais, sendo que 40% têm idade entre 26 e 35 anos. Conheça as principais áreas de atuação das pessoas que frequentam espaços compartilhados, de acordo com o Censo Coworking Brasil 2016: Consultoria: 65% Publicidade, Design: 50% Marketing, Internet, Startups: 45% Advocacia: 38% Negócios Sociais, Vendas, outros: 24% Jornalismo, Educação: 20% Jurídico, Artes: 13% Terceiro setor, Contabilidade, Moda: 10% Como o mercado atual muda a cada instante e exige que as empresas acompanhem esse ritmo, o coworking é visto como uma alternativa prática: se o mercado muda, basta contratar um novo plano, que ofereça soluções adequadas às novas necessidades. Representa a segurança e o conforto que as empresas buscam ao optar pelo contrato com um espaço compartilhado, que pode ser alterado a qualquer tempo. As vantagens estruturais de fato são muitas, mas os ganhos mais relevantes se referem à convivência proporcionada entre os profissionais. O coworking mostra que os recursos tecnológicos, muitas vezes acusados como inimigos das relações presenciais, também podem ser usados a favor da interação humana, unindo boas ideias e fomentando a inovação. E, você, o que acha do crescimento de espaços de coworking no Brasil? Acredita que essa seria uma oportunidade para sua empresa inovar? Deixe sua opinião nos comentários. Fonte: https://blog.algartelecom.com.br/inovacao/coworkings-sao-tendencias-no-brasil-e-fomentam-a-inovacao/

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COWORKING MATERNO – INICIATIVA QUE CRIA ESPAÇO VOLTADO PARA AS CRIANÇAS+

COWORKING MATERNO – INICIATIVA QUE CRIA ESPAÇO VOLTADO PARA AS CRIANÇAS

12/06/2018 | SumForces
noticias

O primeiro andar da casa, em Botafogo, é totalmente dedicado às crianças

Houve uma época em que Barbara Helt trabalhava 12 horas por dia como despachante operacional de voo. Tinha dois filhos, Pedro e Luiza, e quase não os via. Teve ainda um hostel com uma amiga de infância. Mas foi somente quando o negócio acabou que ela passou a dedicar mais tempo aos rebentos (nesta época, eles já tinham uma nova irmã, Sofia, hoje com 2 anos). Também naquele momento começou a repensar sua relação com os pequenos e tomou a decisão: abriria um espaço de coworking onde as mulheres (principalmente) pudessem deixar seus filhos enquanto trabalhavam. O M Working funciona desde dezembro de 2017 numa enorme casa de vila, de dois andares, na Travessa Visconde de Morais 59, em Botafogo (Tels.: 3283-0354/97196-4392). O primeiro andar é totalmente dedicado às crianças e conta com brinquedos, um cantinho para leitura, pintura, desenho e artes em geral e um quarto batizado por Barbara de Espaço Corpo, onde os pequenos podem exercitar a livre expressão corporal). Na área externa, há uma horta. Futuramente, serão incluídas brincadeiras com água, como banho de mangueira e pintura corporal, além de cursos extras de psicomotricidade, teatro e oficinas com contadores de histórias. — É maravilhoso ser mãe, mas também difícil. São muitas cobranças em cima de nós. Quis criar uma rede de apoio na prática. Ser uma aliada das mulheres — comenta Barbara. Para o público feminino adulto estão sendo organizadas rodas de conversa que possam ajudar as participantes nos problemas enfrentados por elas no dia a dia e que tenham relação com a maternidade. — Um deles é que costuma ser bem visto deixar o filho em algum lugar para trabalhar, mas não para se divertir ou descansar. E está tudo bem assumir que precisamos de um tempo para nós. Por isso, começaremos a abrir nos fins de semana, caso os pais precisem ou queiram que os filhos fiquem com alguém para estarem um tempo sozinhos — diz Barbara. Descrevendo desse modo talvez não pareça, mas o ambiente profissional, claro, também tem seu lugar na M Working. Duas empresas já ocupam salas no segundo andar. Além delas, esporadicamente algumas mães levam seus laptops e, enquanto trabalham, os filhos se divertem. Adaptar a casa para os diferentes ambientes deu trabalho. Ela e três amigas costuraram almofadas, pintaram paredes e estofaram cadeiras. E um dos sofás foi construído com material usado para transportar caixa eletrônico que ela viu, num dia de mudança, em frente a um banco. — Uma das amigas ficou praticamente dormindo aqui — lembra Barbara, rindo. Tempo qualitativo com os filhos Os gêmeos Pedro e Diana têm hoje 4 anos e meio. Mas, para que pudesse ficar mais tempo perto dos filhos até o primeiro ano e meio de vida deles, a fotógrafa Juliana Carlos de Oliveira e Mendonça parou de trabalhar. Ao retornar, decidiu que faria a parte cabível da atividade em casa. Não funcionou. Mesmo com uma empregada cuidando das tarefas domésticas, ela não tinha tempo qualitativo nem de trabalho nem com as crianças. De uma necessidade pessoal, portanto, nasceu, há menos de um mês, o Espaço Colaborar, no Largo do Machado (Travessa Almirante Protógenes Guimarães 42). Trata-se de um local que ela chama de casa colaborativa — prefere o termo a coworking —, onde mulheres (mães empreendedoras, principalmente) podem trabalhar e levar os filhos. O lugar é um dos que surgiram na região com a proposta de oferecer um ambiente pensado e preparado para acolher mães, pais e suas proles. — Tentava fechar a porta do escritório para trabalhar, mas meus filhos não entendiam. A criança sempre demanda a mãe. Além disso, eles ficavam com um tempo ocioso grande, e quase não brincavam juntos porque brigavam muito. Com meia hora, eu tinha que intervir — conta Juliana. — Em 2016, descobri os espaços de coworking familiar em São Paulo e decidi que faria o mesmo no Rio. O objetivo da fotógrafa é transformar o Espaço Colaborar em uma incubadora de empresas que ela classifica como maternas, ou seja, lideradas por mães que possam levar seus filhos ao ambiente de trabalho. Uma sala no segundo andar foi adaptada para se transformar num local de recreação infantil com brinquedos, livros, tatame e quadro-negro. — A criança terá sempre atividades para fazer, nunca ficará ociosa. E se a mãe precisar amamentar, ela poderá — diz Juliana, que contará com a ajuda de profissionais que tomarão conta e brincarão com os pequenos. O projeto criado por ela inclui ainda a oferta de cursos e palestras ligados a temas do universo feminino (Por isso a casa colaborativa, pois a ideia não é centralizar as atividades apenas no trabalho). Hoje, haverá uma roda de conversas para mães de filhos com deficiência. No dia 12, será ministrado um workshop sobre arteterapia também para mães e filhos. A forma de pagamento será por contribuição consciente, ou seja, cada uma pagará o valor que considerar adequado. Há uma semana, cerca de 20 mulheres participaram de um curso de formação de doulas ministrado pela professora Daiana Albino Pena e organizado pela enfermeira obstetra Maíra Libertad, dona da empresa Levatrice (parteira, em italiano), especializada em cursos para profissionais que atendem mães e bebês. O foco são temas relacionados à amamentação, maternidade, gestação e parto. Em relação às doulas, há uma nova turma prevista para julho. — Mais de 50% das nossas alunas são mães e buscam nova formação que tenha a ver com o universo feminino e maternal. Com frequência, algumas trazem os bebês para as aulas. Nos nossos cursos, elas podem. A maioria dos lugares não aceita que elas levem os filhos ou não tem espaço para eles. É uma reclamação constante. Aqui (no Espaço Colaborar), conseguem ser bem recebidas. O local é pensado para dar conforto a elas e às crianças — comenta Maíra. A casa rosa de dois andares na rua de vila do Largo do Machado tem o toque feminino. Da arquiteta às bombeiras hidráulicas, praticamente todos os profissionais contratados para trabalhar na reforma do estabelecimento eram mulheres com filhos. A exceção foi o pintor. — A mulher que eu queria não tinha disponibilidade na época — conta Juliana. Atividades com toda a família Marcela Peconick ainda trabalhava como produtora audiovisual quando viu, na mesa da chefe, um bilhete do filho dela que dizia: “Mamãe, você fica muito tempo fora de casa. E eu fico com saldade (sic)”. Naquele momento, conta, uma luz se acendeu. Aos 26 anos, estava prestes a oficializar a união com o namorado, Aarão Marins, com quem estava há três anos, e planejava ter filhos. Queria ser mãe, mas a possibilidade de ficar tanto tempo longe do rebento não passava por sua cabeça. Ainda sem saber, começava ali uma longa caminhada que daria como um dos frutos o Espaço Corujona, aberto há um ano na Avenida Nossa Senhora de Copacabana 647/1.105 (Tel.: 3798-1110). Não se trata de um espaço de coworking, mas pretende, como nos casos anteriores, ser um local que visa a fortalecer o vínculo familiar mantendo pais e filhos mais tempo juntos. No Corujona, são oferecidas atividades que trabalham desde a vida intrauterina do bebê até os 10 anos. — Aquele bilhete me impactou muito. Fiquei uns dez minutos olhando para ele — lembra Marcela. — Larguei tudo e comecei minha vida toda de novo. Fui estudar Pedagogia e, à tarde, fazia estágio numa escola. Ao longo dos anos, fiz três pós-graduaçoes em mídia e educação, psicopedagogia e educação infantil. Não queria compactuar com um sistema educacional que considero arcaico. No Espaço Corujona, ela oferece aulas de dança para mães e bebês até 1 ano, ginástica, musicalização e exercícios diversos de estimulação sensorial com foco na mãe e no filho. Outras atividades, como capoeira, podem ser feitas por toda a família, já que o foco do projeto é extensivo ao clã. Algumas crianças frequentam o lugar até com as avós. Marcela, que hoje é mãe de Rafael, de 10 anos, e José, de 4, é adepta da disciplina positiva, uma filosofia originária de teorias psicológicas humanistas do médico e psicólogo austríaco Alfred Adler e do psiquiatra e educador americano Rudolf Dreikurs. Em linhas gerais, trata-se de educar a criança com gentileza e firmeza, mostrando a ela como é importante para a família em que nasceu. — Ela precisa se sentir aceita e pertencente à família. Fala-se muito em igualdade de gênero, mas não da igualdade entre adultos e crianças — diz ela. Em janeiro, a fisioterapeuta Priscila Oksenberg e a amiga Larissa Wajnberg abriram em uma galeria de Ipanema o Fisiofun (Rua Visconde Pirajá 550, loja 112. Tel.: 99412-0467), espaço onde adultos podem fazer aula de pilates enquanto o filho brinca na sala contígua. — Sentíamos falta de um lugar onde os pais pudessem se exercitar sem interferir na rotina da criança — conta Priscila, mãe de David, de 6 anos, e Arthur, de 3. Assim como ocorreu com Juliana, Bárbara e Marcela, a abertura do espaço surgiu de uma necessidade pessoal de Priscila e Larissa, que, com filhos pequenos, se viram obrigadas a deixar os exercícios físicos em segundo plano durante bastante tempo por não terem com quem deixar os rebentos. Larissa é mãe de Beatriz, de 2 anos e 10 meses, e só agora está voltando a se exercitar. Priscila chegou a fazer aulas de pilates depois que David nasceu, mas a rotina não era das mais confortáveis para ela. — Precisava levá-lo porque ou não tinha quem ficasse com ele ou ele queria ir comigo. Mas às vezes me atrapalhava um pouco — conta Priscila. O Fisiofun não foi pensado para que pais e filhos façam aulas juntos, e sim para que os adultos se exercitem enquanto as crianças brincam. O objetivo é que os adultos (principalmente as mães) não deixem de cuidar de si e, ao mesmo tempo, passem menos horas longe dos filhos. Fonte: https://revistapegn.globo.com/Mulheres-empreendedoras/noticia/2018/05/mulheres-abrem-espacos-de-coworking-com-ambientes-proprios-para-criancas.html

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VILLAGE UNDERGROUND - COWORKING QUE FUNCIONA DA UNIÃO DE ÔNIBUS E CONTÊINERES+

VILLAGE UNDERGROUND - COWORKING QUE FUNCIONA DA UNIÃO DE ÔNIBUS E CONTÊINERES

14/02/2018 | SumForces
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A portuguesa Mariana Duarte é a criadora do Village Underground Lisboa. Há mais de 50 profissionais trabalhando no espaço

Mariana Duarte, do Village Underground Lisboa, é um excelente exemplo de como Portugal tem se transformado em um dos “queridinhos” do empreendedorismo na Europa. E a mulherada não tem ficado para trás. De acordo com o relatório Global Startup Ecosystem 2017, no mundo das startups, as portuguesas têm fundado mais negócios (17%) do que a média global (16%). Pode parecer pouco, mas elas têm chegado para ficar. A pegada empreendedora de Mariana começou quando largou o trabalho e mudou-se para Londres e criou a Madame Management. A agência de nome curioso organizava eventos culturais e agenciava artistas, especialmente DJs de música eletrônica Quando voltou para Lisboa, ela trouxe na bagagem a "obsessão" de criar a Village Underground, espaço de coworking focado na indústria criativa e locais para eventos variados. Não seria apenas mais um coworking. Seria um co-working que utilizaria contêineres e ônibus, como espaço físico e que reunisse profissionais para trocas culturais e produção de conteúdo. Mariana nos contou que demorou cinco anos de muita persistência e paciência para começar a operar. Quando conseguiu os ônibus, não tinha área para criar o coworking. Quando conseguiu a área, a crise chegou varrendo a Europa e ela só via porta batendo na sua cara. Até que a pessoa certa, na hora certa, conheceu o projeto e, principalmente, o que o emperrava de ir para frente. Em 2014, Antônio Costa, o hoje primeiro-ministro de Portugal e à época presidente da Câmara Municipal de Lisboa, leu um artigo da Mariana, no qual ela contava sobre a ideia e as dificuldades. Costa, aproveitando a movimentação do empreendedorismo lisboeta, solicitou que o projeto fosse formalmente apresentado ao município. Encurtando a história, depois de algumas reuniões, as coisas começaram a destravar. Mariana conseguiu a doação de dois ônibus da empresa que depois virou parceira do Village, a área para estabelecer o coworking foi cedida pela prefeitura e foi "acelerada" pela Startup Lisboa, que mais tarde serviria de modelo para o projeto Startup Portugal. Levantou 250 mil euros em investimento e tirou a ideia do papel. Depois de muita incertezas (“dos outros, não minha”, brincou) e determinação, o projeto nasceu e tornou-se referência no ambiente empreendedor e artístico da capital portuguesa. Hoje são mais de 50 profissionais distribuídos por 14 conteineres e 2 ônibus, que servem de cafeteria e sala de reuniões. Fonte: <href="https://revistapegn.globo.com/Pelo-Mundo/noticia/2018/06/empresaria-cria-coworking-que-funciona-dentro-de-onibus-e-conteineres.html" target="_blank">https://revistapegn.globo.com/Pelo-Mundo/noticia/2018/06/empresaria-cria-coworking-que-funciona-dentro-de-onibus-e-conteineres.html

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